Multiplicam-se os casos em que grandes empresas
multinacionais contestam decisões de proteção ambiental ou defesa dos recursos
naturais aprovadas por governos democráticos, e conseguem obter, através destes
modelos de arbitragem de conflitos, a condenação de Estados como a Alemanha, o
Canadá ou o Equador ao pagamento de avultadas indemnizações.
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