domingo, 24 de setembro de 2017

CAMPANHA DO PS "FOGE" DO BLOCO EM PORTIMÃO



É muito bom sinal o receio que o Bloco-Portimão provoca na candidatura autárquica do PS. Afinal, eles têm medo que Portimão fique em boas mãos e lá terão as suas razões... 

sábado, 23 de setembro de 2017

BLOCO DE ESQUERDA, DE NOVO EM CONTACTO COM A POPULAÇÃO NO MERCADO MUNICIPAL








Mais uma manhã de campanha da candidatura bloquista Portimão em Boas Mãos, no Mercado Municipal de Portimão. João Vasconcelos e os restantes candidatos do Bloco em Portimão ouvem a população, dando esperança e mostrando vontade de trabalhar para que o concelho cresça com qualidade para todos os que cá residem e visitam.

CITAÇÕES


Se tudo estava desenhado para Passos Coelho continuar depois de outubro, mesmo derrotado, agora as águas agitam-se.
Francisco Louçã, Público (sem link)

O nacionalismo espanholista tem sido o maior produtor do independentismo catalão.
(…)
Na base da reivindicação independentista [da Catalunha], que atravessa as fronteiras da direita e da esquerda, está o direito à autodeterminação, um valor essencial da tradição progressista e democrática.

A crise [na Catalunha] começou quando Parlamento espanhol e Tribunal Constitucional amputaram unilateralmente o novo Estatuto de Autonomia aprovado por referendo pelos catalães em 2006.
(…)
Na quarta[-feira], a pedido da Guarda Civil, um juiz mandou prender 14 altos cargos do governo catalão, proceder a buscas em vários departamentos governamentais e cercar a sede de um partido político.
(…)
[Em Espanha] a falta de independência da magistratura e do Tribunal Constitucional são colocados ao nível de casos como a Hungria ou a Polónia.
Manuel Loff, Público (sem link)

No actual processo eleitoral autárquico esta questão [da exploração de petróleo] tem estado ausente, em particular nas zonas que serão afectadas mais rapidamente.
João Camargo, Público (sem link)

Por muito que as elites deste país não queiram, este debate [sobre a escravatura] — protagonizado sobretudo pelos descendentes de populações escravizadas e sujeitas ao trabalho forçado — está quase a chegar.
Marta Araújo, Público (sem link)

A guerra, à luz da Carta [das Nações Unidas], é ilegal, salvo em casos absolutamente excecionais.
(…)
Trump foi à sede da ONU apresentar um manifesto belicista, com invocação do nome de Deus, em vez de uma proposta para a saída das múltiplas crises no mundo.
(…)
[Trump] insultou Obama, considerando o acordo com o Irão uma vergonha, dando conta que os acordos assinados não são para respeitar.
(…)
Para ele, Deus é uma espécie de ente superior que existe para o defender a ele e aos multibilionários ao cimo da terra.
Domingos Lopes, Público (sem link)

No discurso destes candidatos [Fernando Medina e Rui Moreira] não há promissórias, há a sua própria imagem.
Pedro Santos Guerreiro, Expresso (sem link)

Com eleições à porta e sem poder centrar a penalização do Governo na economia e no emprego, Passos Coelho está numa encruzilhada.
Pedro Adão e Silva, Expresso (sem link)

Com raríssimas exceções, é entre os que votam que encontramos as pessoas com maior participação cívica fora da política.
Daniel Oliveira, Expresso (sem link)

Para resgatar o orgulho americano, Trump está disposto a sacrificar milhões de vidas no holocausto, incluindo, as dos aliados Coreia do Sul e Japão.
Clara Ferreira Alves, Revista E, Expresso (sem link)

O REFERENDO NA CATALUNHA OU O MEDO DO VOTO POPULAR QUE POR AÍ VAI…


Tendo como tema a problemática gerada pela marcação de um referendo na Catalunha em que se pretende saber se os cidadãos daquela comunidade autónoma da Espanha desejam ou não a independência, Pacheco Pereira assina no Público de hoje um longo mas excelente artigo de opinião, do qual extraímos as seguintes afirmações.
- [Impedir o referendo na Catalunha] destina-se a impedir não os seus efeitos jurídicos, mas os seus efeitos políticos.      
- Uma coisa é fazer o referendo [na Catalunha] e assumir como nulos os seus resultados, fossem num sentido ou noutro; outra é impedi-lo.
- O impedimento mostra medo do voto, e isso fragiliza muito a posição governamental e dos partidos hostis à possibilidade de independência catalã.
- Não é normal o esforço das instituições europeias para isolarem a Catalunha, as mesmas que aceitaram o referendo sobre a independência da Escócia
- A mesma Europa que recusa o referendo catalão participou num processo ilegal de derrube do legítimo Governo ucraniano.
- O que se passa é que há hoje na União Europeia um traço de autoritarismo sempre que se atinja ou possa atingir o statu quo europeu e nas questões de soberania. Verificou-se no “Brexit”, com ameaças feitas por altos responsáveis da União aos ingleses, cujo efeito foi reforçar o voto de saída, e verifica-se com todo o esplendor na Catalunha.
- Agora que [os partidos independentistas catalães] estão sujeitos a repressão, a Europa faz de conta que não vê, porque incorpora plenamente a posição do Governo espanhol.
- O franquismo, de que em muitos aspectos o PP espanhol é herdeiro, esmagou as experiências federalistas e nacionais.
- Por todas as razões, os portugueses são historicamente próximos da Catalunha, embora quem leia a comunicação social veja o mesmo alinhamento com o Estado espanhol e a mesma linguagem autoritária que hoje é infelizmente tão comum na União Europeia.
- Nunca vi tanto apelo à legalidade numa questão política conflitual e em que está em jogo uma vontade política que se quer (ou não) expressar pelo voto.
- Se não custa perceber que o referendo pode ser impedido à força, já é difícil perceber como é que se vai governar depois a Catalunha.
- E se novas eleições reforçarem os partidos independentistas funcionando como um referendo também sobre a independência?
- Os catalães mereciam mais dos portugueses. Por interesse nacional, pela democracia e pela liberdade.

EQUIPA DE SONHO...


In Expresso
Na actualidade é o melhor que temos a nível internacional...
Da esquerda para a direita. De pé: Xi Jinping (Presidente da China), Kim Jong-un (Presidente da Coreia do Norte), Michel Temer (Presidente do Brasil), Rodrigo Duterte (Presidente das Filipinas), Tayyp Recep Erdogan (Presidente da Turquia), Bashar al-Assad (Presidente da Síria). Sentados: Benjamin Natanyahu (primeiro-ministro de Israel), Mohammed bin Salman (Rei da Arábia Saudita), Donald Trump (Presidente dos Estados Unidos e dono da bola), Vladimir Putin (Presidente da Rússia) e Hassan Rouhani (Presidente do Irão).

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

CANDIDATURA BLOQUISTA “PORTIMÃO EM BOAS MÃOS” EM CONTACTO COM A POPULAÇÃO EM ZONA RESIDENCIAL DA CIDADE







Ontem, quinta-feira, dia 21/09, a candidatura patrocinada pelo Bloco de Esquerda, Portimão em boas mãos, levou a cabo uma acção de campanha e de contacto com a população da zona residencial constituída pela Av. 25 de Abril, Bairro do Pontal, Bairro Operário, Bairro dos Pescadores, Estrada da Rocha, Museu,…
Nestes locais, os candidatos foram alertados, como tem sido costume, para várias situações a que a Junta de Freguesia de Portimão e Câmara Municipal não deram ouvidos. Foram devidamente registadas as queixas das pessoas.

FRASE DO DIA (649)


O gesto autoritário [do Governo de Rajoy] só contribuiu para unificar e dar força a quem contesta o poder de Madrid [na Catalunha].