sábado, 18 de agosto de 2018

ASSUSTADOR


In Jornal i

CITAÇÕES


A mais importante lição da crise turca é essa incógnita criada pela demonstração de que esta Casa Branca não hesita em agravar focos de tensão e em jogar a roleta russa em qualquer situação.
Francisco Louçã, Expresso Economia (sem link)

António Costa deu voz ao entendimento de que a política deve ser um terreno de mínimos éticos.
(…)
A esquerda diferencia-se justamente pela sua não resignação ao pragmatismo cínico.
(…)
A transformação profunda da realidade social ou assenta num juízo ético sobre ela ou não será transformação.
(…)
Foi a anulação de um projecto de transformação social profunda que foi enunciada nas recentes acusações de moralismo feitas à esquerda.
José Manuel Pureza, Expresso (sem link)

Se efetivamente se pretende manter o modelo atual de serviço público, há que assumir a centralidade do mesmo dentro do sistema nacional de saúde.
(…)
Restabelecer a dedicação exclusiva em novos moldes é condição necessária para que o Serviço Nacional de Saúde seja viável.
Jorge Almeida, Público (sem link)

Políticos de esquerda buscam uma coerente santidade, os de direita tratam da sua vida.
(…)
Se a esquerda quer ser determinante terá de contar com as pessoas que existem, de várias classes sociais.
Daniel Oliveira, Expresso Diário (sem link)

Se o poder oude mandar fechar jornais sentirá que entrou no paraíso.
Pedro Santos Guerreiro, Expresso (sem link)

Quem é democrata não deve ser estúpido: dar palco a fascistas é ajudá-los a pôr em causa a democracia
Ana Gomes, Expresso (sem link)

A tolerância ilimitada com os intolerantes põe a tolerância em perigo.
Daniel Oliveira, Expresso (sem link)

Portugal, um dos países com níveis de escolaridade mais baixos na Europa, é um dos países com a classe política mais elitista.
Pedro Adão e Silva, Expresso (sem link)

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

PELA REVERSÃO DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS



Tem sido política deste blog divulgar ao máximo opiniões avalisadas que possam motivar todas as pessoas numa consciencialização da necessidade de práticas e atitudes que promovam a defesa do clima do nosso planeta, a menos que estejamos dispostos a aceitar uma rápida destruição da vida na Terra. Pelo caminho que as coisas levam, serão necessárias poucas gerações para que isso aconteça e não estamos a dramatizar nada já que catástrofes de várias ordem devido às alterações climáticas, chegam constantemente ao nosso conhecimento através da comunicação social.
Um dos aspectos que a autora (*) do seguinte artigo de opinião que transcrevemos do “Público” de hoje chama a atenção tem a ver, mais uma vez, com a possível exploração de petróleo em Portugal e as suas catastróficas consequências, sem qualquer benefício para o país. Trata-se de uma abordagem já feita por muitos ambientalistas, sem dúvida, importante, e a que se pode acrescentar a proposta da utilização de hidrogénio nos carros em vez da gasolina e gasóleo.
Existem coisas que não lembram ao diabo, mas, tal como disse o outro senhor, podem fazer o diabo brotar das trevas e invadir a vida de todos os portugueses. Responsabilidade, uma vez mais, da gestão criativa que tem administrado este país de forma danosa e muitas vezes irresponsável, década atrás de década, independentemente de rostos e cores partidárias.
Numa era em que se discute e, acima de tudo, se começa a sentir na pele o aquecimento global, fruto da acção vampiresca dos homens sobre os recursos naturais e não renováveis do planeta, a que tipo de pessoa lembraria querer furar o subsolo à procura de hidrocarbonetos, cuja receita para os cofres do Estado português ronda no máximo 7%, quando ultrapassar os dez milhões de barris?
Feitas as contas, é claramente um negócio mau e catastrófico. Não admira que, por uma vez, ambientalistas e câmaras municipais das regiões envolvidas se tenham unido para defender o património imaterial do país e, acima de tudo, a preservação ambiental e das espécies que habitam esta região; já para não falar nas consequências nas vidas de milhares de pessoas que vivem do turismo, que anualmente aumenta na região, gerando receitas e novos negócios. Assim, o saldo para o Estado, somando as consequências ambientais à queda do turismo na região, ultrapassará seguramente aqueles 7% de receita referida, deixando mais um saldo negativo nas contas que seguramente é dispensável.
É importante salientar que existe um perigo real no que toca ao impacto ambiental da exploração do subsolo em busca do esgotável "ouro preto", o que aliás já foi demonstrado por diversos peritos. Perante este perigo parece-me inconcebível que os nossos governantes refiram que o país merece conhecer os recursos que dispõe. O país merece é ver melhorias na Educação e no Sistema Nacional de Saúde, merece garantir aos millennials e às gerações futuras como a do meu sobrinho o fundo de pensões, merece evoluir no século XXI, apostando na inovação tecnológica, na ciência e nas energias renováveis. Por fim, e não menos importante, o país merece investimento nas suas matas e na Protecção Civil, para que a cada Verão as perdas humanas e materiais não sejam como têm sido na última década.
Digo isto tudo em tom de desabafo, até porque gosto de acreditar que os dias que o país vive hoje, com a actual solução governativa, são melhores do que os que vivemos ontem. No entanto, parece-me totalmente contraditório termos um governo de cor socialista, a mesma cor que plantou, e bem, milhares de eólicas por este país fora no tempo de José Sócrates, dar o seu aval à exploração de petróleo no nosso território.
Peço imensa desculpa aos senhores do consórcio ENI-Galp. Entendo que este negócio poderia ser um negócio muito bom, se o "ouro negro" brotasse do subsolo e não desse muitos problemas; no entanto, apresento-vos um outro negócio de milhões, um verdadeiro negócio com e do futuro, sendo que até seriam pioneiros em Portugal: hidrogénio. A Alemanha já investiu milhões de euros em hidrogénio, para eliminar os carros a gasolina e a gasóleo até 2030. Outros países da Europa já começam a seguir este rumo e acredito que, um dia, será a vez de Portugal. Seguramente as grandes empresas do "ouro negro" vão ter que se adaptar a estas mudanças.
Parece-me uma excelente altura para o fazer. Geraria na mesma novos postos de trabalho, bem como excelentes receitas a médio e longo prazo, mas sem estes problemas do impacto ambiental e das consequências nas milhares de vidas que vivem do turismo, uma das áreas que alavanca este país. O impacto ambiental num dos maiores tesouros portugueses (é provavelmente uma das costas mais bonitas do planeta) não tem preço e, muito sinceramente, parece-me que os 11 milhões de portugueses que não lucram monetariamente com esta situação assinariam de bom agrado aquela petição que juntou 42 mil pessoas contra a exploração e extracção de petróleo em solo português. Um território que é de todos nós e, em último caso, pertence ao nosso planeta e a toda a humanidade.
Não esqueçamos que não existe um planeta B. O melhor mesmo é não furar o nosso quintal em busca de uma fortuna, não vá não existir planeta e vida humana que nos permita usufruir dos nossos milhões.
(*) Mafalda G. Moutinho, Fundadora e editora da Plataforma Bisturi Cidadania Ativa

FRASE DO DIA (917)


Quanto mais Costa se afastar da geringonça, quanto mais provocar os seus parceiros, quanto mais desesperado se mostrar por ver a maioria absoluta fugir-lhe, mais evidente será que a continuação desta solução depende da votação no BE e no PCP.
Daniel Oliveira, Expresso Diário

CRESCE POR TODO O BRASIL O APOIO A LULA




Lulaços por todo Brasil e os pedidos se unem em uma só voz: Lula Livre. Já!

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

VISITA DA COMISSÃO PARLAMENTAR DA AGRICULTURA A MONCHIQUE E SILVES







Hoje: visita da Comissão Parlamentar da Agricultura a Monchique e a algumas áreas ardidas do Alferce e Silves.
Com o deputado Carlos Matias (BE) no Alferce e Bombeiros de Monchique.