segunda-feira, 14 de outubro de 2019

POR CÁ, QUASE NINGUÉM DEU POR ELA...


Francisco Louçã, "Expresso" Economia

FRASE DO DIA (1211)


Ao contrário dos imbecis que o antecederam, André Ventura percebeu que não era o discurso nacionalista, salazarista ou contra a imigração que daria votos à extrema-direita portuguesa.

CUIDADORES INFORMAIS: JÁ HÁ QUEM VEJA AQUI UMA ÁREA DE NEGÓCIO


In "Expresso" Economia

domingo, 13 de outubro de 2019

MAIS CITAÇÕES (51)


Os resultados de 6 de outubro negaram a maioria absoluta desejada pelos que viram no peso do Bloco e do PCP empecilhos à governação “natural” do PS.
(…)
Os socialistas ficam menos vinculados a metas de transformação a que a esquerda dá voz.
(…)
O que tem continuidade depois das eleições são os problemas das pessoas e do país e a diferenciação entre uma resposta a esses problemas fundada em mais direitos e uma resposta fundada em defesa da concentração de riqueza e de poder.
(…)
Não muda o desafio político fundamental de fazer justiça nas carreiras da administração pública e aos trabalhadores do setor privado.

O BE e o PCP saberão, por certo, encontrar formas de afirmar o seu espaço e as suas agendas, que se perspetivam consistentes e ofensivas.
(…)
Na anterior legislatura encontrou-se uma solução política com base em acordos minimalistas, entre grandes desacordos.
(…)
Os portugueses estão hoje mais despertos para as falsas bondades das precariedades, das políticas económicas e sociais assentes na desvalorização interna, da modernidade da emigração.
(…)
O programa continuará a sobrepor as "contas certas" ao aumento de investimento em setores fundamentais, à recuperação do SNS e à melhoria das pensões?

Uma rosa só dura um dia, e tanto bastou para que o PS batesse com a porta nas negociações para um acordo de legislatura.
(…)
Não houve maioria absoluta, é certo, e isso foi uma derrota para os vencedores da noite, que sabem que tiveram todas as condições para o conseguirem e falharam.
(…)
Nas negociações ensaiadas na quarta-feira e fechadas precipitadamente por um comunicado do PS na quinta-feira à noite, ficou a saber-se que o Governo não quer maioria, quer jogo político.
(…)
O BE, ao propor uma discussão sobre temas definidores da política para quatro anos, elevou a exigência da discussão para prioridades nacionais.
(…)
Alguém acredita em soluções para o investimento, a saúde e a habitação neste mundo de jogos de curto prazo?
Francisco Louçã, “Expresso” Economia (sem link)

Há boas razões para supor que os eleitores do PS, do BE e do PCP, votaram, também, na continuidade da “geringonça”.
Pedro Adão e Silva, “Expresso” (sem link)

As diferenças entre mulheres e homens não são justificadas apenas pelo sexo com que nasceram, mas que são também influenciadas pelo ambiente (género).
Carla Bernardo, “Expresso” (sem link)

Querendo fazer que uma coisa pareça o seu contrário, os socialistas acabaram com a geringonça. Nem uma nem meia.  Nenhuma.
(…)
Em política os acordos que envolvem a nossa vida fazem-se por escrito. Para BE e PCP eles correspondem a conquistas que arrancaram ao PS.
(…)
[Quanto às leis do trabalho] o BE até foi comedido, exigindo apenas o regresso ao código laboral de Vieira da Silva.
(…)
[O PS] não pode exigir lealdade aos partidos á sua esquerda sem lhes ter dado nada em troca.
Daniel Oliveira, “Expresso” (sem link)

O antissistema vive do sistema que agride ou ficará sem nutriente para discursar contra o inimigo interno que assim recria.
(…)
O populismo não é em si um fim, mas um meio para servir uma ideologia.
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Neste jogo sem regras de Ventura, a primeira regra é dar-lhe a importância proporcional à sua representação.
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Só uma sociedade de informação, conhecimento e cultura pode lidar com o impulso da violência política.
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O populismo é demasiado fácil para ser combatido sem trabalho.
Pedro Santos Guerreiro, “Expresso” (sem link)

EUA TRAEM CURDOS DEIXANDO-OS SOZINHOS E À MERCÊ DA AGRESSÃO TURCA



Os curdos acabam de ser vítimas de uma traição infame por parte do governo americano, mas ao longo da sua história outras traições contra o mesmo povo se podem contar.  

ENTREVISTA DE LULA PARA CANAL RUSSO NA TVT




A TVT exibe a entrevista do ex-presidente Lula para o canal Rússia Today – RT.
A entrevista foi gravada na primeira semana de outubro e Lula falou sobre o cenário político internacional.

sábado, 12 de outubro de 2019

NEM PARA LIMPAR O CHÃO QUE CHICO BUARQUE PISA ELE SERVE CONTUDO...


In Revista "Expresso"

OS TEMPOS DE EXTREMO LARANJA...




Foi há longínquos... dois anos! O atual líder anti-sistema era então um soldado do governo e da troika. De resto, o programa do Chega para a saúde ou para o trabalho mostra que o homem não está nada arrependido desses tempos de extremo-laranja.

CITAÇÕES


Embora a política de rendimentos seja mais vasta que a política salarial, porque inclui as formas de salário indireto (…) e as questões fiscais, a lei laboral é determinante para os rendimentos do trabalho e para o salário.
(…)
Com esta decisão de inexistência de um acordo para a legislatura perdem os trabalhadores, mas não só. 
(…)
Para responder pelo que conta na vida das pessoas, não devemos no entanto desperdiçar o campo de possibilidades que temos pela frente. O que não é fácil nem é pouco.

Rio passeou-se por um país onde o PSD está morto, ou a fazer-se de morto,  eonde quase não há militância há muitos anos.
(…)
O debate com Costa foi o ponto de viragem e a perceção de força, que até então era inteiramente    favorável aos socialistas, sofreu um abalo.
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Quando Passos deixou a liderança, as sondagens já estavam muito longe dos resultados de 2015, com o PSD em queda livre, com a liderança parlamentar dos partidários do “Diabo”.
(…)
O que define os limites e o sentido de acção, são as ideias, os valores da política, o conhecimento de Portugal, a ideologia mais que a posição.
Pacheco Pereira, “Público” (sem link)

A fase da luta, dentro das orientações saídas dos últimos congressos do PCP, é por uma democracia avançada que se insere na estratégia mais geral da luta pelo socialismo.
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Assim, o eixo principal da acção política é contra todos os que pretendem impor empobrecimento ao país e a todos os que vivem do trabalho.
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São aliados todos aqueles que, pelas mais diversas razões, não estão interessados no empobrecimento e na austeridade que permita ao grande patronato e ao capital financeiro/banca esmifrar o povo português.
(…)
É ou não possível fazer propostas que “obriguem” o PS sair da sua tendência claudicante e conquistar novos, mesmo que pequenos avanços, na reconquista de direitos que a troika e a direita roubaram?
Domingos Lopes, “Público” (sem link)

Vivemos em Portugal com um ordenado verdadeiramente mínimo e igualmente precário, lutamos por direitos e continuamos a lutar por direitos, vivemos mal e continuamos a viver mal, não precisamos de viver pior, muito obrigado.
João André Costa, “Público” (sem link)

Pela primeira vez desde 1975 eles [PSD e CDS] não juntam 1/3 dos votos.
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Todas somadas [as direitas], contudo, desde o PSD ao Chega, nunca foram tão poucos, e nunca se apresentaram tão fragmentados.
(…)
Como vão, PSD e CDS comportar-se perante estes bolsonaristas da bala, do medo e do racismo, que prometem destruí-los nos próximos quatro anos.
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Costa conseguiu para o PS uma das suas piores vitórias de sempre. Muito abaixo de Guterres e Sócrates, mas até mesmo de Ferro Rodrigues, que foi derrotado em 2002 por Durão Barroso com bem mais votos que Costa agora.
(…)
Estes trinta anos de precarização dos contratos, privatização do público e financeirização da economia têm sido uma longa lição de resistência aprendida à força; sempre que se bloqueia o avanço da indignidade, é natural que quem resiste se sinta aliviado.
(…)
A nossa como a grande maioria das democracias formais, está a tornar-se uma democracia da abstenção deliberadamente promovida pelas políticas económicas.
Manuel Loff, “Público” (sem link)

A declaração [do PCP] de que se excluía da futura solução governativa representa um gesto de fraqueza, considerando as palavras do secretário-geral do PS na própria noite eleitoral.
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Não há que fugir desta realidade: é quem aplica e executa as medidas que obtém o apoio popular, no caso de corresponderem aos seus anseios.
Cipriano Justo, “Público” (sem link)

Ao acusas diretamente os grandes lideres que a convidam de torpor e de irresponsável inacção, perante os factos científicos, Greta transformou-se na mensageira da sua própria geração e das gerações futuras.
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Attenborough avisa que foi possível construir a civilização humana nestes últimos doze mil anos devido à estabilidade do clima.
(…)
Na cimeira de 23 de Setembro conseguiu-se concretamente muito pouco além da vaga e tímida promessa de 70 nações do compromisso de neutralidade de carbono em 2050 e de implementar os seus planos nacionais que resultam dos acordos de Paris até 2020.
(…)
Greta é acusada de ser uma perigosa mistificadora portadora de uma auréola santificadora e sumo sacerdotisa de uma nova religião verde.
António Sérgio Rosa Carvalho, “Público” (sem link)

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

PERFUMAR A MERDA


Aplicar caridade onde deveria haver justiça social é como perfumar a merda!

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA DE CATARINA MARTINS, HOJE




FRASE DO DIA (1210)


Não há política de reequilíbrio dos rendimentos do trabalho e de valorização salarial sem tocar na legislação que regula as relações laborais.

"INFÂNCIAS ROUBADAS" (03)


In "AGIR pelos direitos humanos", revista da Amnistia Internacional

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

DECLARAÇÃO DE JOSÉ GUSMÃO NO P.E., CONTRA O FINANCIAMENTO DOS COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS




O Banco Europeu de Investimento (BEI) quer aumentar o financiamento a projetos de combate às alterações climáticas e cortar o financiamento aos combustíveis fósseis que ainda existe.
O mais espantoso é que a Comissão Europeia se está a opôr à segunda parte desta decisão, que só peca por tardia…

REUNIÃO COM O PS (9 out.)




Discutimos com o Partido Socialista as bases para um entendimento que garanta estabilidade à vida das pessoas. (Catarina Martins)