Se queres lutar pela liberdade, tenho um
convite para ti. O Bloco abre a campanha a voluntários. Inscreve-te em participa.bloco.org
Se queres lutar pela liberdade, tenho um
convite para ti. O Bloco abre a campanha a voluntários. Inscreve-te em participa.bloco.org
Daniel Oliveira, “Expresso”
Hoje é o Dia da Visibilidade Trans. Festejamos os direitos conquistados
pelas pessoas trans, lembrando o muito que ainda está por fazer.
A comunidade trans enfrenta múltiplas discriminações, seja no acesso à
habitação, ao emprego, aos serviços públicos ou nos cuidados de saúde. Hoje,
como em todos os outros dias do ano, lutamos para vencer a discriminação.
Com apoio do Governo francês e da Fundação
Oceano Azul, documento lança compromissos para Conferência dos Oceanos das
Nações Unidas, que acontece em Junho.
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Marine Le Pen condenada a quatro anos de prisão e afastada
das eleições em 2027
Terá ainda de pagar uma multa de 100 mil euros.
“Público”
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Praticamente triplicou o número de livros
proibidos, com especial incidência em banda desenhada tanto para crianças como
adultos.
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“A mentira constante não serve apenas para enganar—seu verdadeiro propósito
é destruir a própria noção de verdade. Quando um povo já não consegue
distinguir entre o real e o falso, também perde a capacidade de discernir entre
o bem e o mal. E um povo assim, desarmado do pensamento crítico, torna-se presa
fácil para qualquer poder que deseje controlá-lo.
Um povo que já não acredita em nada é um povo que pode ser levado a
acreditar em qualquer coisa. E, nesse estado de submissão silenciosa, pode-se
fazer com ele o que bem entender.”
Hannah Arendt | A mentira como ferramenta de poder
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Graça Castanheira, “Público”
O ceifeiro da morte Benjamin Netanyahu vem à
Europa. Portugal deve defender a sua detenção e entrega ao Tribunal Penal
Internacional. Fabian Figueiredo
Rumeysa Ozturk assinou artigo de opinião há um
ano em que pediu para ser reconhecido o “genocídio palestiano”. Foi levada por agentes
de imigração “à paisana” esta semana. “Público”
Mais Aqui
(…)
O fundamental do lastro político para esta
desastrosa caminhada vinha das últimas décadas do século XX – a ideia de que
não há alternativa ao capitalismo neoliberal, tendo por objetivo desacreditar
qualquer projeto de emancipação da Humanidade.
(…)
Foi intencionalmente ignorada a análise sobre
os poderes que estavam a ser gerados.
(…)
No Ocidente e muito em particular na Europa,
impera agora a ideia de que o futuro só pode ser pior, muito pior do que o
presente.
(…)
Devemos aceitar a guerra que nos vai sendo
apresentada como a salvação da nossa civilização.
(…)
Perante o perigo de guerra nuclear, é patética
a ideia de que os seres humanos se podem proteger agindo individualmente.
(…)
Estamos obrigados a debater os efeitos da opção
assumida pelos EUA e, por consequência, a discutir a estratégia, a organização
e caraterísticas das forças armadas e até a sua articulação no quadro europeu.
(…)
Só a mobilização dos povos pode evitar o
espoletar de guerras e a sua continuidade. Afirmemos valores humanistas e de
progresso para travar o sofrimento, o retrocesso e a perda de vidas humanas.
O
tema, central em democracia, da liberdade de expressão é, ao mesmo tempo,
simples e complexo, dependendo do modo como nos aproximamos dele.
(…)
Quando há ou se sente a censura, e se perde
assim a liberdade, cada um, nós, sabe que é assim.
(…)
Os únicos [mecanismos] que para aqui interessam
são os que se traduzem na percepção de que há menos liberdade.
(…)
Este
texto, de 1791, [Primeira Emenda
da Constituição americana] é um dos mais revolucionários da
história humana, quer pelo tempo em que foi escrito quer pelo modo como nas
emendas posteriores, do período da chamada “reconstrução” posterior à guerra
civil americana, foi reafirmado e consolidado.
(…)
Nem sempre foi devidamente aplicado, em
particular no período do macarthismo, como agora na era Trump,
talvez o período da história americana em que a liberdade de expressão mais
está ameaçada.
(…)
Pergunto-me, sempre que há uma polémica sobre
liberdade de expressão em Portugal, se nos EUA isso daria uma condenação.
(…)
Calúnia,
difamação, falsidades podem ser consideradas crimes, mas essa condenação terá
sempre de ser feita por um tribunal, porque a única limitação à liberdade de
expressão é o crime, mas isso não implica censura prévia.
(…)
O que
é mais grave do ponto de vista político [no cartaz do Chega] é a referência aos
“50 Anos”, ou seja, a associação entre a corrupção e a democracia.
(…)
Se tirarmos a manta da censura ao regime da
ditadura, aparece corrupção por todos os lados.
(…)
Os 50 anos
ajudam a perceber a parte da corrupção — para o Chega, o regime democrático é
intrinsecamente corrupto.
Pacheco Pereira, “Público” (sem link)
Direitos humanos, liberdade de expressão ou
democracia são conceitos em regressão.
(…)
“Recessão democrática” é uma expressão em vias
de se transformar em algo tão normal como “recessão económica”.
(…)
A
erosão do Estado de direito, princípio basilar de qualquer regime democrático,
que tem na separação de poderes um valor indiscutível, é uma evidência [em
vários países europeus].
(…)
Há uma
crescente tendência para o controlo político do poder judicial, como tem sido
prática da primeira-ministra italiana, a aprendiz europeia de Donald Trump.
(…)
Sobre
a Itália de Giorgia Meloni, o relatório da Liberties desfiava o habitual rol de
ataques a um regime democrático, aos quais os autocratas e candidatos a autocratas
não conseguem resistir.
(…)
A
saber: criminalizar a dissidência, interferir nos meios de informação públicos,
para
exercer censura e manipulação, perseguir jornalistas e exterminar qualquer
crítica.
(…)
Alguns destes países (…) talvez não
reunissem hoje as condições necessárias para serem admitidos como países da
União Europeia.
(…)
Pluralismo é uma palavra que não pode ser
soletrada na Turquia.
(…)
O autoritarismo faz parte deste nosso tempo, no
qual qualquer candidato a tirano não esconde a sua paixão pela tirania.
(…)
Ninguém ficará muito surpreendido se Erdogan alterar a
Constituição para se eternizar como o novo “pai dos turcos”.
(…)
Erdogan
está a esticar a corda e a aproveitar esta conjuntura de desvalorização do
Estado de direito e da liberdade de pensamento.
(…)
O mundo não hesitava em condenar estas
diatribes contra a democracia quando aconteciam na China ou no Irão.
(…)
Impunidade é uma palavra comum a Erdogan, Putin
ou Netanyahu.
(…)
Vladimir Putin já explicou como se faz.
(…)
A tomada da Rússia por Putin foi um “processo
de esmagamento da democracia nascente”.
(…)
Susan B. Glasser olha para esta segunda
presidência de Trump e detecta “tácticas semelhantes às de Putin”.
(…)
Deportações à revelia do sistema judicial, sem
culpa formada, a condenação de qualquer discurso sobre igualdade.
(…)
Qualquer discurso sobre o respeito pelos
direitos humanos do povo palestiniano, a perseguição às universidades.
(…)
Ameaças a juízes que decidiram contra a opinião
governamental.
(…)
A Administração Trump já fez a lista de
palavras proibidas. Só falta começar a queimar livros.
(…)
O maior sonho de Trump deve ser transformar a
Casa Branca numa réplica do Kremlin. E a democracia numa arqueologia.
Amílcar Correia, “Público”
(sem link)
O
embuste da ZFM [Zona Franca da Madeira] não se explica por uma ingenuidade
enternecedora dos responsáveis políticos da região, mas por uma promiscuidade
de interesses apoteótica.
Susana Peralta, “Público” (sem link)
Francisco Louçã, Luís Fazenda e Fernando Rosas
são candidatos por Braga, Aveiro e Leiria. Em entrevista ao Expresso explicam
que regressam à primeira linha do combate político para
vencer a ameaça neofascista que assola Portugal.
Quando os salários em Portugal não pagam uma casa, impor
tetos nas rendas é simplesmente sensato. Mariana Mortágua
Portugal juntou-se a outros países europeus e actualizou os seus avisos de
viagem para os Estados Unidos no Portal das Comunidades do MNE, com especial
atenção a pessoas não-binárias e transgénero.
Saiba mais: https://www.publico.pt/2127689
(…)
Ricardo Robles, que se teve de demitir por um
caso bem menos problemático do que os do primeiro-ministro ou dos deputados do
Chega.
(…)
A integridade é o segundo atributo mais
determinante para o voto, depois da proximidade ideológica.
(…)
[Na Madeira] o Partido-Estado até se reforça
quando as pessoas têm de escolher entre a honestidade dos eleitos e a
estabilidade política.
(…)
O eleitorado de Oeiras, que é o mais
qualificado do país, nunca deixou de votar num autarca que cumpriu pena de
prisão.
(…)
Montenegro quis ir a votos porque sabe o que a
casa gasta.
(…)
Extraordinário é que tenha o descaramento de o
dizer depois de ter passado semanas a culpar a oposição.
(…)
Acredita que, no fim, isso é que conta [ou
seja, o momento orçamental e o momento económico].
(…)
As falhas éticas dos dirigentes tendem a ser
determinantes quando uma crise nos tira conforto.
(…)
A maioria do país só ficou realmente irritada
com a desonestidade de Sócrates quando as nuvens económicas e orçamentais se
adensaram.
(…)
Tendemos a explicar a decadência dos regimes
com a degenerescência ética das elites.
(…)
Mas, o mais das vezes, só reparamos na ética
quando os regimes decaem.
(…)
E quando caem de vez [é a ordem que
preocupa a maioria].
(…)
Quando nos damos conta do preço da ordem,
costuma ser tarde demais.
Daniel Oliveira, “Expresso”
(sem link)
Em Miami, o célebre alinhamento de torres de
apartamentos edificado praticamente em cima do mar, levou as companhias de
seguros a fazer o inevitável: subir o preço das apólices à medida do risco.
(…)
[Em Portugal] será o Estado, ou seja, todos nós
com os nossos impostos, que iremos compensar a burla que todos os dias, à
frente de todos, o Estado continua a deixar que aconteça.
(…)
No dia em que o leitor lê estas linhas
continuam a ser aprovados e edificados projetos cujos promotores insistem
ardilosamente em instalar-se em domínio público marítimo, sobre cordões dunares
de proteção, …
(…)
[Atualmente conhecem-se bem] os riscos hoje
acrescidos de construção em leitos de cheia e frentes de mar expostos ao murro
meteorológico que as alterações climáticas implicam.
(…)
Tudo isto acontece no momento em que deveria
estar a acontecer exatamente o contrário: não construir em cima do mar! Nem
aqui nem em lado algum.
Luísa Schmidt, “Expresso”
(sem link)
Para
os mais de mil investigadores com projectos de investigação financiados pela
NSF (Organização de saúde pública com sede em Ann Arbor, Michigan que testa e
certifica alimentos, água e produtos de consumo) a decorrer no Pólo Sul este é um momento de
triplo I: indefinição, incerteza e irritação.
(…)
O
corte na NSF foi tal que dos directores de programas, essenciais para aprovação
de projectos e para a gestão da logística dos cientistas que estão isolados do
mundo no extremo sul do planeta, restou apenas um a tempo inteiro.
António Rodrigues, “Público” (sem link)
Aquilo
que no presente é, provavelmente, mais caro aos portugueses é a recuperação da
confiança num sistema de saúde que lhes assegure o tratamento atempado, competente
e humano, seja qual for a sua condição económica.
(…)
Um
serviço de saúde acessível, equitativo e eficaz, importante pilar de coesão
social, não pode ser amputado naquilo em que é insubstituível.
(…)
Há o
tempo e a obrigação de elaborar e apresentar, para estas eleições, propostas
com compromissos, prioridades, conceitos do que se pretende que seja o Serviço
Nacional de Saúde.
(…)
O SNS
foi criado há cerca de 45 anos. Desde então, a sociedade alterou-se
radicalmente e o SNS nunca foi repensado e consequentemente reformulado.
(…)
[Com muitos e variados fatores a ter em conta] a
despesa disparou vertiginosamente, levando ao subfinanciamento do SNS, que se
foi acumulando ao longo de anos.
(…)
Gastaram-se
verbas elevadíssimas para remendar buracos, sobretudo os mais mediáticos. Sem
renovar a estrutura apodrecida, os buracos continuarão a aparecer e o dinheiro
a esvair-se.
(…)
É uma
hipocrisia dizer-se que há consultas de todas as especialidades no SNS, quando,
na prática, há dois ou três anos de espera para algumas delas.
(…)
Por
favor, metam mãos à obra, concentremo-nos no que é realmente importante para as
pessoas: o SNS e a paz. Estão em causa a doença, saúde e a morte.
(…)
Está a
ser ponderado um investimento colossal do nosso dinheiro, sem que o povo tenha
sido ouvido, numa guerra onde estão a morrer milhares de jovens, ucranianos e russos.
Donde vai ser tirado este dinheiro, da Saúde, da Educação, da Justiça?
(…)
Senhores
políticos, será que “não sabem nem sonham” que milhões de portugueses ou têm o
SNS ou não têm nada, pois não podem pagar outras alternativas?
(…)
Se o
nosso sistema público de saúde colapsar, serão afetados mais dramaticamente,
como sempre, os pobres, mas também toda a classe média.
(…)
Qualquer
instituição, pública ou privada, que use o sofrimento de alguém com fins
carreiristas ou de negócio terá, a médio prazo, os dias contados.
(…)
Quando
a doença grave nos toca, sentimos o bom que é sermos tratados generosa e
incondicionalmente, com competência e compaixão autêntica.
António Sarmento, “Público” (sem link)
O Bloco de Esquerda prometeu dar voz a quem trabalha por turnos e é isso
que estamos a fazer. Esta semana emitimos um tempo de antena integralmente
dedicado a testemunhos de quem vive sob o impacto dos turnos.
Não vamos parar. O Bloco fará desta batalha um dos temas das eleições de 18
de maio. E vamos juntar ainda mais força à petição até a entregarmos aos
próximos deputados.
Se ainda não assinaste, vai agora a trabalhoporturnos.bloco.org
Taxar
os ricos: mudar de vida é pôr as grandes fortunas a pagar serviços públicos de
qualidade e a transição energética.
Baixa
as rendas: Mudar de vida é garantir casas que as pessoas podem pagar.
Respeitar
quem faz turnos: Mudar de vida é garantir mais salário e tempo de descanso ao
milhão de pessoas que trabalha com sonos trocados e sem tempo para a família e
amigos.
Via Jaime Mestre
O entendimento entre Washington e Kiev sobre a exploração de recursos
minerais sofreu uma reviravolta que pode minar a soberania da Ucrânia, colocar
em causa as suas próprias receitas e aprofundar a sua dependência económica.
O novo acordo, que vai além do inicialmente discutido, prevê que os EUA
tenham supervisão quase total sobre todos os recursos naturais da Ucrânia,
incluindo petróleo e gás, bem como um papel determinante na sua distribuição. E
não é só. Os fundos gerados seriam automaticamente convertidos em moeda
estrangeira (dólar) e enviados para fora, ficando a Ucrânia obrigada a dar
indemnizações em caso de atrasos ou outros problemas.
Além disso, os Estados Unidos terão poder de veto sobre a venda de recursos
a terceiros países e prioridade em projetos de infraestrutura. CNN
Luís Montenegro tem medo do Bloco? Desafio-o a
não fugir do debate comigo.
Mariana
Mortágua
Francisco Louçã afirma que o PSD escolheu fazer
da empresa de Montenegro tema de campanha, mas o Bloco vai para a rua para
responder à vida das pessoas. Pela solidariedade.