segunda-feira, 31 de março de 2025

MARIANA MORTÁGUA CONVIDA

 

Se queres lutar pela liberdade, tenho um convite para ti. O Bloco abre a campanha a voluntários. Inscreve-te em participa.bloco.org


FRASE DO DIA (2418)

 
O que me parece extraordinário é que revelações éticas comprometedoras, que deveriam obrigá-lo [Montenegro] a lutar pela sua própria sobrevivência política, tenham sido tratadas como uma oportunidade para criar a desejada crise política e reforçar a maioria de governo.

Daniel Oliveira, “Expresso”


DIA DA VISIBILIDADE TRANS

 

Hoje é o Dia da Visibilidade Trans. Festejamos os direitos conquistados pelas pessoas trans, lembrando o muito que ainda está por fazer.

A comunidade trans enfrenta múltiplas discriminações, seja no acesso à habitação, ao emprego, aos serviços públicos ou nos cuidados de saúde. Hoje, como em todos os outros dias do ano, lutamos para vencer a discriminação.


SOS OCEANO

 

Com apoio do Governo francês e da Fundação Oceano Azul, documento lança compromissos para Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que acontece em Junho.

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LÁ SE VAI A ARGUMENTAÇÃO DA DIREITA CONTRA A CORRUPÇÃO

 

Marine Le Pen condenada a quatro anos de prisão e afastada das eleições em 2027

Terá ainda de pagar uma multa de 100 mil euros. “Público”

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QUALQUER SEMELHANÇA COM DETERMINADA FASE DO REGIME NAZI NÃO É PURA COINCIDÊNCIA…

 

Praticamente triplicou o número de livros proibidos, com especial incidência em banda desenhada tanto para crianças como adultos.

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“UM POVO QUE JÁ NÃO ACREDITA EM NADA É UM POVO QUE PODE SER LEVADO A ACREDITAR EM QUALQUER COISA”

 

“A mentira constante não serve apenas para enganar—seu verdadeiro propósito é destruir a própria noção de verdade. Quando um povo já não consegue distinguir entre o real e o falso, também perde a capacidade de discernir entre o bem e o mal. E um povo assim, desarmado do pensamento crítico, torna-se presa fácil para qualquer poder que deseje controlá-lo.

Um povo que já não acredita em nada é um povo que pode ser levado a acreditar em qualquer coisa. E, nesse estado de submissão silenciosa, pode-se fazer com ele o que bem entender.”

Hannah Arendt | A mentira como ferramenta de poder

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NOS ESTADOS UNIDOS A LIBERDADE ESTÁ A FICAR ENCARCERADA

 

Imagem via Banksy Art Forever


domingo, 30 de março de 2025

PODEMOS E DEVEMOS PÔR TETOS MÁXIMOS ÀS RENDAS E BAIXAR O PREÇO DA HABITAÇÃO

 

Portugal tem das casas mais caras do mundo. O que diz a Constituição sobre o direito à especulação imobiliária? Mariana Mortágua

FRASE DO DIA (2417)

 
A direita, toda ela, passou décadas a negar a evidência científica das alterações climáticas, bloqueando por sistema as forças que, atempadamente, queriam trazer o assunto para a mesa, enquanto protegia a indústria fóssil de quaisquer restrições.

Graça Castanheira, “Público”


BENJAMIN NETANYAHU, O CEIFEIRO DA MORTE

 

O ceifeiro da morte Benjamin Netanyahu vem à Europa. Portugal deve defender a sua detenção e entrega ao Tribunal Penal Internacional. Fabian Figueiredo


PRESIDENTE ATACA JUÍZES, FIRMAS DE ADVOGADOS E SIMPLES CIDADÃOS TIDOS COMO HOSTIS, EM NOME DOS “PRINCÍPIOS E VALORES” DO PAÍS

ESTRANGEIROS AINDA QUE COM AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PERMANENTE NOS ESTADOS UNIDOS RECEIAM DEPORTAÇÃO

JUÍZA TRAVA DEPORTAÇÃO DE ESTUDANTE DETIDA NOS EUA POR ARTIGO DE OPINIÃO

 

Rumeysa Ozturk assinou artigo de opinião há um ano em que pediu para ser reconhecido o “genocídio palestiano”. Foi levada por agentes de imigração “à paisana” esta semana. “Público”

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sábado, 29 de março de 2025

MAIS CITAÇÕES (326)

 
Desde o 11 de setembro de 2001 (o ataque às torres gémeas), vivemos um movimento de erosão de liberdades cívicas, progressivamente alastrado aos mais diversos campos das liberdades políticas. 

(…)

O fundamental do lastro político para esta desastrosa caminhada vinha das últimas décadas do século XX – a ideia de que não há alternativa ao capitalismo neoliberal, tendo por objetivo desacreditar qualquer projeto de emancipação da Humanidade. 

(…)

Foi intencionalmente ignorada a análise sobre os poderes que estavam a ser gerados. 

(…)

No Ocidente e muito em particular na Europa, impera agora a ideia de que o futuro só pode ser pior, muito pior do que o presente. 

(…)

Devemos aceitar a guerra que nos vai sendo apresentada como a salvação da nossa civilização.

(…)

Perante o perigo de guerra nuclear, é patética a ideia de que os seres humanos se podem proteger agindo individualmente.

(…)

Estamos obrigados a debater os efeitos da opção assumida pelos EUA e, por consequência, a discutir a estratégia, a organização e caraterísticas das forças armadas e até a sua articulação no quadro europeu.

(…)

Só a mobilização dos povos pode evitar o espoletar de guerras e a sua continuidade. Afirmemos valores humanistas e de progresso para travar o sofrimento, o retrocesso e a perda de vidas humanas.

Carvalho da Silva, JN

 

O tema, central em democracia, da liberdade de expressão é, ao mesmo tempo, simples e complexo, dependendo do modo como nos aproximamos dele.

(…)

Quando há ou se sente a censura, e se perde assim a liberdade, cada um, nós, sabe que é assim.

(…)

Os únicos [mecanismos] que para aqui interessam são os que se traduzem na percepção de que há menos liberdade.

(…)

Este texto, de 1791, [Primeira Emenda da Constituição americana] é um dos mais revolucionários da história humana, quer pelo tempo em que foi escrito quer pelo modo como nas emendas posteriores, do período da chamada “reconstrução” posterior à guerra civil americana, foi reafirmado e consolidado.

(…)

Nem sempre foi devidamente aplicado, em particular no período do macarthismo, como agora na era Trump, talvez o período da história americana em que a liberdade de expressão mais está ameaçada.

(…)

Pergunto-me, sempre que há uma polémica sobre liberdade de expressão em Portugal, se nos EUA isso daria uma condenação.

(…)

Calúnia, difamação, falsidades podem ser consideradas crimes, mas essa condenação terá sempre de ser feita por um tribunal, porque a única limitação à liberdade de expressão é o crime, mas isso não implica censura prévia.

(…)

O que é mais grave do ponto de vista político [no cartaz do Chega] é a referência aos “50 Anos”, ou seja, a associação entre a corrupção e a democracia.

(…)

Se tirarmos a manta da censura ao regime da ditadura, aparece corrupção por todos os lados.

(…)

Os 50 anos ajudam a perceber a parte da corrupção — para o Chega, o regime democrático é intrinsecamente corrupto.

Pacheco Pereira, “Público” (sem link)

 

Direitos humanos, liberdade de expressão ou democracia são conceitos em regressão.

(…)

“Recessão democrática” é uma expressão em vias de se transformar em algo tão normal como “recessão económica”.

(…)

A erosão do Estado de direito, princípio basilar de qualquer regime democrático, que tem na separação de poderes um valor indiscutível, é uma evidência [em vários países europeus].

(…)

Há uma crescente tendência para o controlo político do poder judicial, como tem sido prática da primeira-ministra italiana, a aprendiz europeia de Donald Trump.

(…)

Sobre a Itália de Giorgia Meloni, o relatório da Liberties desfiava o habitual rol de ataques a um regime democrático, aos quais os autocratas e candidatos a autocratas não conseguem resistir.

(…)

A saber: criminalizar a dissidência, interferir nos meios de informação públicos, para exercer censura e manipulação, perseguir jornalistas e exterminar qualquer crítica.

(…)

Alguns destes países (…) talvez não reunissem hoje as condições necessárias para serem admitidos como países da União Europeia.

(…)

Pluralismo é uma palavra que não pode ser soletrada na Turquia. 

(…)

O autoritarismo faz parte deste nosso tempo, no qual qualquer candidato a tirano não esconde a sua paixão pela tirania.

(…)

Ninguém ficará muito surpreendido se Erdogan alterar a Constituição para se eternizar como o novo “pai dos turcos”.

(…)

Erdogan está a esticar a corda e a aproveitar esta conjuntura de desvalorização do Estado de direito e da liberdade de pensamento.

(…)

O mundo não hesitava em condenar estas diatribes contra a democracia quando aconteciam na China ou no Irão.

(…)

Impunidade é uma palavra comum a Erdogan, Putin ou Netanyahu.

(…)

Vladimir Putin já explicou como se faz.

(…)

A tomada da Rússia por Putin foi um “processo de esmagamento da democracia nascente”.

(…)

Susan B. Glasser olha para esta segunda presidência de Trump e detecta “tácticas semelhantes às de Putin”.

(…)

Deportações à revelia do sistema judicial, sem culpa formada, a condenação de qualquer discurso sobre igualdade.

(…)

Qualquer discurso sobre o respeito pelos direitos humanos do povo palestiniano, a perseguição às universidades.

(…)

Ameaças a juízes que decidiram contra a opinião governamental.

(…)

A Administração Trump já fez a lista de palavras proibidas. Só falta começar a queimar livros.

(…)

O maior sonho de Trump deve ser transformar a Casa Branca numa réplica do Kremlin. E a democracia numa arqueologia.

Amílcar Correia, “Público” (sem link)

 

O embuste da ZFM [Zona Franca da Madeira] não se explica por uma ingenuidade enternecedora dos responsáveis políticos da região, mas por uma promiscuidade de interesses apoteótica.

Susana Peralta, “Público” (sem link)


FRANCISCO LOUÇÃ, LUÍS FAZENDA E FERNANDO ROSAS OUTRA VEZ NA PRIMEIRA LINHA DO COMBATE POLÍTICO PELA DEMOCRACIA

 

Francisco Louçã, Luís Fazenda e Fernando Rosas são candidatos por Braga, Aveiro e Leiria. Em entrevista ao Expresso explicam que regressam à primeira linha do combate político para vencer a ameaça neofascista que assola Portugal.


A SENSATEZ DE IMPOR TETOS NAS RENDAS

 

Quando os salários em Portugal não pagam uma casa, impor tetos nas rendas é simplesmente sensato. Mariana Mortágua


BANDEIRAS LGBTQ+ PROIBIDAS NO ESTADO DO UTAH

 

A lei da bandeira do Utah vai além da que foi assinada na semana passada no Idaho, que se aplica apenas às escolas.


AVISO A QUEM VISITA OS ESTADOS UNIDOS

 

Portugal juntou-se a outros países europeus e actualizou os seus avisos de viagem para os Estados Unidos no Portal das Comunidades do MNE, com especial atenção a pessoas não-binárias e transgénero.

Saiba mais: https://www.publico.pt/2127689


SALVEM A PALESTINA!


sexta-feira, 28 de março de 2025

CITAÇÕES

 
Não há evidência que a corrupção esteja na origem do crescimento da extrema-direita.

(…)

Ricardo Robles, que se teve de demitir por um caso bem menos problemático do que os do primeiro-ministro ou dos deputados do Chega.

(…)

A integridade é o segundo atributo mais determinante para o voto, depois da proximidade ideológica.

(…)

[Na Madeira] o Partido-Estado até se reforça quando as pessoas têm de escolher entre a honestidade dos eleitos e a estabilidade política.

(…)

O eleitorado de Oeiras, que é o mais qualificado do país, nunca deixou de votar num autarca que cumpriu pena de prisão.

(…)

Montenegro quis ir a votos porque sabe o que a casa gasta. 

(…)

Extraordinário é que tenha o descaramento de o dizer depois de ter passado semanas a culpar a oposição.

(…)

Acredita que, no fim, isso é que conta [ou seja, o momento orçamental e o momento económico].

(…)

As falhas éticas dos dirigentes tendem a ser determinantes quando uma crise nos tira conforto. 

(…)

A maioria do país só ficou realmente irritada com a desonestidade de Sócrates quando as nuvens económicas e orçamentais se adensaram.

(…)

Tendemos a explicar a decadência dos regimes com a degenerescência ética das elites.

(…)

Mas, o mais das vezes, só reparamos na ética quando os regimes decaem.

(…)

E quando caem de vez [é a ordem que preocupa a maioria].

(…)

Quando nos damos conta do preço da ordem, costuma ser tarde demais.

Daniel Oliveira, “Expresso” (sem link)

 

Em Miami, o célebre alinhamento de torres de apartamentos edificado praticamente em cima do mar, levou as companhias de seguros a fazer o inevitável: subir o preço das apólices à medida do risco. 

(…)

[Em Portugal] será o Estado, ou seja, todos nós com os nossos impostos, que iremos compensar a burla que todos os dias, à frente de todos, o Estado continua a deixar que aconteça.

(…)

No dia em que o leitor lê estas linhas continuam a ser aprovados e edificados projetos cujos promotores insistem ardilosamente em instalar-se em domínio público marítimo, sobre cordões dunares de proteção, …

(…)

[Atualmente conhecem-se bem] os riscos hoje acrescidos de construção em leitos de cheia e frentes de mar expostos ao murro meteorológico que as alterações climáticas implicam.

(…)

Tudo isto acontece no momento em que deveria estar a acontecer exatamente o contrário: não construir em cima do mar! Nem aqui nem em lado algum.

Luísa Schmidt, “Expresso” (sem link)

 

Para os mais de mil investigadores com projectos de investigação financiados pela NSF (Organização de saúde pública com sede em Ann Arbor, Michigan que testa e certifica alimentos, água e produtos de consumo)  a decorrer no Pólo Sul este é um momento de triplo I: indefinição, incerteza e irritação.

(…)

O corte na NSF foi tal que dos directores de programas, essenciais para aprovação de projectos e para a gestão da logística dos cientistas que estão isolados do mundo no extremo sul do planeta, restou apenas um a tempo inteiro.

António Rodrigues, “Público” (sem link)

 

Aquilo que no presente é, provavelmente, mais caro aos portugueses é a recuperação da confiança num sistema de saúde que lhes assegure o tratamento atempado, competente e humano, seja qual for a sua condição económica.

(…)

Um serviço de saúde acessível, equitativo e eficaz, importante pilar de coesão social, não pode ser amputado naquilo em que é insubstituível.

(…)

Há o tempo e a obrigação de elaborar e apresentar, para estas eleições, propostas com compromissos, prioridades, conceitos do que se pretende que seja o Serviço Nacional de Saúde.

(…)

O SNS foi criado há cerca de 45 anos. Desde então, a sociedade alterou-se radicalmente e o SNS nunca foi repensado e consequentemente reformulado.

(…)

[Com muitos e variados fatores a ter em conta] a despesa disparou vertiginosamente, levando ao subfinanciamento do SNS, que se foi acumulando ao longo de anos.

(…)

Gastaram-se verbas elevadíssimas para remendar buracos, sobretudo os mais mediáticos. Sem renovar a estrutura apodrecida, os buracos continuarão a aparecer e o dinheiro a esvair-se.

(…)

É uma hipocrisia dizer-se que há consultas de todas as especialidades no SNS, quando, na prática, há dois ou três anos de espera para algumas delas.

(…)

Por favor, metam mãos à obra, concentremo-nos no que é realmente importante para as pessoas: o SNS e a paz. Estão em causa a doença, saúde e a morte.

(…)

Está a ser ponderado um investimento colossal do nosso dinheiro, sem que o povo tenha sido ouvido, numa guerra onde estão a morrer milhares de jovens, ucranianos e russos. Donde vai ser tirado este dinheiro, da Saúde, da Educação, da Justiça?

(…)

Senhores políticos, será que “não sabem nem sonham” que milhões de portugueses ou têm o SNS ou não têm nada, pois não podem pagar outras alternativas?

(…)

Se o nosso sistema público de saúde colapsar, serão afetados mais dramaticamente, como sempre, os pobres, mas também toda a classe média.

(…)

Qualquer instituição, pública ou privada, que use o sofrimento de alguém com fins carreiristas ou de negócio terá, a médio prazo, os dias contados.

(…)

Quando a doença grave nos toca, sentimos o bom que é sermos tratados generosa e incondicionalmente, com competência e compaixão autêntica.

António Sarmento, “Público” (sem link)


DAR VOZ A QUEM TRABALHA POR TURNOS É O QUE O BLOCO ESTÁ A FAZER

 

O Bloco de Esquerda prometeu dar voz a quem trabalha por turnos e é isso que estamos a fazer. Esta semana emitimos um tempo de antena integralmente dedicado a testemunhos de quem vive sob o impacto dos turnos.

Não vamos parar. O Bloco fará desta batalha um dos temas das eleições de 18 de maio. E vamos juntar ainda mais força à petição até a entregarmos aos próximos deputados.

Se ainda não assinaste, vai agora a trabalhoporturnos.bloco.org


MUDAR DE VIDA: O SIGNIFICADO DE UMA CURTA FRASE

 

📍Taxar os ricos: mudar de vida é pôr as grandes fortunas a pagar serviços públicos de qualidade e a transição energética.

📍Baixa as rendas: Mudar de vida é garantir casas que as pessoas podem pagar.

📍Respeitar quem faz turnos: Mudar de vida é garantir mais salário e tempo de descanso ao milhão de pessoas que trabalha com sonos trocados e sem tempo para a família e amigos.

Via Jaime Mestre


O VAMPIRO TRUMP QUER SUGAR TODO O SANGUE DA MARTIRIZADA UCRÂNIA


O entendimento entre Washington e Kiev sobre a exploração de recursos minerais sofreu uma reviravolta que pode minar a soberania da Ucrânia, colocar em causa as suas próprias receitas e aprofundar a sua dependência económica.

O novo acordo, que vai além do inicialmente discutido, prevê que os EUA tenham supervisão quase total sobre todos os recursos naturais da Ucrânia, incluindo petróleo e gás, bem como um papel determinante na sua distribuição. E não é só. Os fundos gerados seriam automaticamente convertidos em moeda estrangeira (dólar) e enviados para fora, ficando a Ucrânia obrigada a dar indemnizações em caso de atrasos ou outros problemas.

Além disso, os Estados Unidos terão poder de veto sobre a venda de recursos a terceiros países e prioridade em projetos de infraestrutura. CNN


PALAVRAS SÁBIAS DE MANDELA MANTÊM HOJE TODA A ATUALIDADE

 

Imagem via “Expresso”


SABEMOS QUE ESTA É A REALIDADE QUE AINDA HOJE PERSISTE

 

Via Eduardo Pimentel


quinta-feira, 27 de março de 2025

UMA PRIORIDADE URGENTE: BAIXAR O PREÇO DAS CASAS

 

Uma proposta concreta: impor tetos nas rendas.

Entrevista de ontem à noite, na SIC Notícias.


DESDE JANEIRO QUE MARISA MATIAS INTEGRA O PAINEL DO GEOMETRIA VARIÁVEL

 

Para quem ainda não acompanha, desde Janeiro que integro, com muito gosto, o painel do Geometria Variável. Política nacional e internacional muito além das frases feitas. Marisa Matias


50 FASCISTAS NO PARLAMENTO? VAMOS À LUTA, OUTRA VEZ

 


A AMÉRICA NUNCA FOI GRANDE


Imagem via Evita Ellis

MARIANA MORTÁGUA DESAFIA MONTENEGRO A DEBATER COM ELA

 

Luís Montenegro tem medo do Bloco? Desafio-o a não fugir do debate comigo. Mariana Mortágua


FRASE DO DIA (2416)

 
Sou dos que acha que um líder critica os que lidera dentro de portas, defende-os fora delas.

Daniel Oliveira, “Expresso”


O BLOCO VAI PARA A RUA PARA RESPONDER À VIDA DAS PESSOAS

 

Francisco Louçã afirma que o PSD escolheu fazer da empresa de Montenegro tema de campanha, mas o Bloco vai para a rua para responder à vida das pessoas. Pela solidariedade.