A intervenção de Catarina Martins, esta quinta-feira, no debate do programa
do governo.
Os bens essenciais já aumentaram 3 vezes acima dos salários. O governo
pouco faz e garante que é passageiro. Mas este ciclo tem já quase 1 ano. Um ano
de perda do poder de compra, ou seja, de corte de salários e pensões.
Mas nem todos perdem. Enquanto quem trabalha conta tostões para chegar ao
fim do mês, a EDP distribui mais de 700 milhões aos acionistas, a Galp mais de
500 milhões, as donas do Pingo Doce e do Continente 1000 milhões.
Um governo que, num momento de crise, não mexe nos salários e protege quem
ganha milhões com a crise, lembra outros tempos a que não queremos voltar.
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