Entre 2019 e 2021 gastou-se mais 24,1% com convencionados para a área de
meios complementares de diagnóstico e terapêutica; mais 42% só na aquisição de
exames ao privado. Nesse mesmo período gastou-se mais 11,4% com internamentos
comprados a entidades externadas ao SNS e mais 11% em acordos com IPSS e
Misericórdias. Já os gastos com os médicos tarefeiros subiram 20,3%. Durante
estes 3 anos o défice, isto é, a suborçamentado do SNS foi superior a 2 mil
milhões de euros.
Repitam comigo: o liberalismo não funciona e faz mal à saúde de Portugal. (Moisés Ferreira)
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