Enquanto Paulo Rangel
hoje almoçava, Israel continuava a usar a fome como arma de guerra, como crime
de guerra e como instrumento para cometer genocídio contra os palestinianos na
Faixa de Gaza.
Mais de 300 mil crianças correm risco de desnutrição aguda. Israel tem de
levantar todas as restrições à entrada de ajuda, restabelecer o sistema de
distribuição de ajuda das Nações Unidas e permitir um acesso livre, seguro e
digno à ajuda humanitária.
Portugal e os restantes Estados têm de pôr fim à sua inércia e atuar
urgentemente para garantir que Israel cumpre o direito internacional.
Exija o fim do genocídio em Gaza, assine a petição em www.amnistia.pt/peticao



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