sábado, 9 de agosto de 2025

MAIS CITAÇÕES (345)

 
Tenho feito observações sobre perigos que a contrarreforma laboral do Governo pode trazer para os cidadãos portugueses e estrangeiros que trabalham em Portugal. 

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A "trégua comercial" estabelecida entre os dirigentes da União Europeia e a Administração dos Estados Unidos da América (EUA) foi obtida com capitulação vergonhosa dos dirigentes europeus.

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O que o "acordo" nos propõe é maior dependência económica face aos EUA e compromissos profundos com o belicismo.

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Trump consegue impor, a partir de uma reescrita da história, o mito de que todo o Mundo tem andado, desde a II Guerra Mundial, a roubar os EUA. 

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O projeto europeu definha enquanto espaço de paz e harmonização política e social no progresso. 

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A pressão para reduzir salários aumentará.

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O pacote laboral surge neste quadro. 

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A ministra [do Trabalho] é que tem de ser denunciada. 

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Há serviços e entidades públicas credenciadas para identificar e fazer prova de violações de direitos. 

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Pois, o que [o Presidente da CIP] chama de tendências novas são as políticas ultraconservadoras e fascistas e "a economia que mata".

Carvalho da Silva, JN

 

Aos palestinianos desesperados e famintos de Gaza só lhes faltava mesmo morrerem com ajuda humanitária.

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Governos como o da Alemanha escolheram despejar auxílio por via aérea, atirado de aviões em pára-quedas sobre o território devastado.

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Uma forma ineficaz, desaconselhável e até perigosa de distribuir seja o que for num território densamente povoado.

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É a lei do mais forte que prevalece numa terra onde manda o desespero. Os bandos armados capturam a ajuda e acabam a vendê-la a preços exorbitantes

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A ideia da distribuição de ajuda humanitária por via aérea veio do próprio Netanyahu, como golpe de relações públicas.

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Uma proposta logo abraçada pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, que não queria mesmo nada ter de agir contra o Estado judaico.

António Rodrigues, “Público” (sem link)

 

O cinismo e a falta de empatia ganharam tal dimensão na política argentina que nem a morte de mais de 60 pessoas em situação de sem-abrigo no que vai do ano inocula algum decoro no discurso.

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O aumento dos indigentes na cidade de Buenos Aires [é tal] que se vêem obrigados a procurar alguma coisa que comer ou que vender no lixo.

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[O Governo da cidade de Buenos Aires] resolveu atacar o problema de maneira sui generis: instituiu multas para aqueles que andam no lixo.

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Esta é a mesma Laura Alonso que, no seu tempo à frente do GA, nada viu de ilegal quando Jorge Macri perdoou uma dívida de 70 mil milhões de pesos (45,1 milhões de euros) que a sua família tinha ao Estado.

António Rodrigues, “Público” (sem link)

 

Os deputados e senadores bolsonaristas bloquearam esta semana durante 30 horas os trabalhos do Congresso do Brasil.

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Exigem a amnistia para um ex-Presidente que conspirou uma tentativa de golpe de Estado e atentou contra a democracia.

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O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que tanto o seu antecessor como o seu filho Eduardo Bolsonaro, que pediu licença do cargo de deputado para mover influências a favor do pai nos EUA, deveriam ser investigados por “traição à pátria”.

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Os apoiantes de Bolsonaro não vêem nenhuma traição no facto de os Bolsonaro terem influenciado Donald Trump (…) a  interferir nos assuntos internos do Brasil e na sua ordem judicial.

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O filósofo italiano Franco ‘Bifo’ Berardi, em entrevista recente ao Ípsilon, dizia que a humanidade não sobreviverá a este século e, se queríamos um exemplo de que esse fim está próximo, basta olhar para o Brasil.

António Rodrigues, “Público” (sem link)

 

Enquanto não passarmos o slogan fascista [“Deus Pátria e Família”] para o plural, respeitando a existência de vários deuses, pátrias e famílias, ele vai ser manter como um tripé que sustenta o ódio à diferença e a crise das democracias.

Fernanda Hamann, “Público” (sem link)


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