domingo, 18 de novembro de 2018

MAIS CITAÇÕES (04)


Se o Reino Unido agora aceitasse repetir o referendo [sobre o Brexit], qualquer que fosse o resultado ficaria sempre menosprezado na relação internacional.
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Autoridade insegura é lepra na política internacional.
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Macron assume a pose de um monarca.
Francisco Louçã, Expresso Economia (sem link)

Há alguns anos, bastava falar-se da necessidade de melhorar o SMN, logo se levantava uma gritaria afirmando que tal hipótese destruiria emprego em massa.
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Aqueles que, por sistema, invocam os aumentos do SMN como perigo para a manutenção das suas empresas, talvez devessem ser avaliados com rigor quanto à sua capacidade empresarial e às suas práticas de gestão.
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O SMN teve atualizações de algum significado nos três últimos anos mas o seu poder de compra pouco subiu.
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Nos poucos setores que fazem contratação coletiva os salários mínimos sobem mais que o SMN o que significa ser urgente revitalizar essa contratação.

Há anos que os estivadores] eventuais de Setúbal são permanentes. Tão permanentes que foram obrigados a passar uma procuração a funcionários administrativos das empresas que assinam por eles o contrato de trabalho ao turno.
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Enquanto não se mudar a lei dos Portos e se negociar um contrato colectivo de trabalho nacional para os estivadores, o conflito vai perdurar.
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Não fora a agitação automobilística dos últimos dias, António Costa estaria ainda, presumivelmente, a trocar cartas com Manuel Alegre sobre touradas.
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A deslocalização [de empresas] é uma ameaça permanente, mas ao mesmo tempo hoje um pequeno sector pode parar toda uma cadeia de produção.
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Globalização significa dumping, mas também dependência.
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A paralisação dos estivadores de Setúbal pode parar a maior fábrica do país e os estivadores da Suécia ou de Santos no Brasil podem parar também, e isso ter efeitos imediatos em Lisboa ou Barcelona.
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No caso dos Portos, há muito nos devíamos ter perguntado: por que não são públicos, sendo estratégicos, e se acaba com este calvário do trabalho brutal para servir poucos intermediários? Esta é a resposta que Costa não deu.
Raquel Varela, Público (sem link)

O futebol é terreno fértil para que medrem todas as ilicitudes.
Pedro Adão e Silva, Expresso (sem link)

Entre os louros da situação económica e o perigo da invasão de esfaimados, [Trump] preferiu escolher o ódio para caçar votos.
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Não há muro que possa travar as consequências de décadas de desrespeito pela liberdade dos outros.
Daniel Oliveira, Expresso (sem link)

Conter o populismo, por conseguinte, requer mais do que aperfeiçoar o sistema eleitoral.
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O descontentamento económico está na raiz da revolta populista.
Barry Eichengreen, Expresso Economia (sem link) 


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