domingo, 9 de fevereiro de 2020

MAIS CITAÇÕES (68)


Claro que, não fora a amabilidade do PCP e o recuo do PSD, o IVA [da eletricidade] desceria e nada mais aconteceria.
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Pago para ver o dia em que o PS vota contra o seu próprio orçamento se for aprovada uma proposta que o próprio PS apresentara.
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Em 2020, o custo de redução do [IVA da eletricidade] no último trimestre é, ainda segundo o Governo de menos de 0,2% do total.
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Convinha algum recato na razão ambiental, quando atrair mais 20 milhões de passageiros aéreos é o grande desígnio do Governo.
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A eletricidade é tratada como um bem de luxo, com taxa máxima.
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Um Governo com sinais de divisão, que quis impor-se na base da ameaça e não da negociação, que rompeu a “geringonça” e não perdoa não ter tido maioria absoluta, está a ameaçar demais.
Francisco Louçã, “Expresso” Economia (sem link)

O diretor do “CM”, hábil jogador de emoções, sabe que, se empresta o peso do seu jornal à extrema-direita, deve apostar os trunfos nas melhores jogadas. Que importa que sejam mentira?
Francisco Louçã, “Expresso” Economia (sem link)

Para alguns [o sistema] é a democracia com os seus políticos eleitos, o Estado de Direito com os seus limites e o respeito pelos direitos humanos que protege minorias do ódio da turba.
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É por Trump e Barnie não serem duas faces da mesma moeda que toda a elite republicana se vergou perante um, a ponto de o deixar violar descaradamente a Constituição.
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E se chegar a existir a possibilidade de Barnie Sanders ser Presidente, a campanha será impiedosa. Já começou aliás.
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Barnie, o único que arregimenta para primárias eleitores que nunca lá tinham ido e que não votam nele apenas para derrotar Trump, só depende dos 18 dólares, em média, de pessoas como as que trabalham na Amazon.
Daniel Oliveira, “Expresso” (sem link)

Os melhores cuidados médicos do mundo não restituem o andar a um tetraplégico, não devolvem a deglutição ou a fala a alguém com esclerose lateral amiotrófica e não impedem a morte numa doença terminal.
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Os melhores cuidados médicos do mundo não restituem o andar a um tetraplégico, não devolvem a deglutição ou a fala a alguém com esclerose lateral amiotrófica e não impedem a morte numa doença terminal.
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Um estudo de 2018, conduzido pelo Professor Miguel Ricou da Faculdade de Medicina do Porto, mostrou que 60% dos médicos Portugueses são favoráveis à despenalização da morte assistida.
Bruno Maia, “Público” (sem link)

O fenómeno da penetração da extrema-direita nas nossas forças de segurança (foi o Conselho da Europa que o disse) deve ser encarado com urgência, porque as repetidas suspeitas sobre a actuação de alguns dos seus membros degradam o Estado de direito.
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Por que razão nunca vi um polícia à bastonada com trânsfugas fiscais ou banqueiros que nos roubaram no BES, Banif ou BPN?
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A minha República tem de ser clara e não se esconde com medo de dar palco às graçolas racistas de um deputado.
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A democracia não pode ser tolerante com aqueles que a querem destruir.
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Ao neoliberalismo de direita sucedeu o neoliberalismo de uma falsa esquerda, que apenas aligeirou a austeridade e não entendeu que as desigualdades sociais se combatem com emprego com direitos, que não com assistencialismos castradores.
Santana Castilho, “Público” (sem link)

Mentir compensa e a mentira sistemática compensa ainda mais.
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A intensidade das mentiras aumentou durante o referendo [do Brexit].
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A tática era sempre a mesma: espalhar o maior número possível de mentiras, distorcer os factos e inventar factos novos.
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O referendo [sobre o Brexit] tornou-se num meio para muitas pessoas se vingarem de um primeiro-ministro impopular.
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O Governo britânico tornou-se prisioneiro de uma narrativa nostálgica e nacionalista que ele próprio inventou.
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Essa nostalgia colide com a dura realidade de que a Grã-Bretanha não é mais um grande país.
Paul De Grauwe, “Expresso” Economia (sem link)

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