sábado, 29 de dezembro de 2018

CITAÇÕES


Só há uma coisa importante sobre a qual se pode escrever hoje em dia: o Presidente dos EUA, Donald Trump.
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Em Portugal [Trymp] podia ser ditador de um pequeno café ou dirigente desportivo, para já.
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Suspeito aliás que mesmo na sua base mais fiel, há muita gente que sabe que ele [Trump] não regula bem.
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Trump foi a todas as cloacas da vida que se manifestam nas redes sociais e fê-las correr a céu aberto e inundar mesmo as terras que eram sadias e limpas.
Pacheco Pereira, Público (sem link)

Nenhum governo dos que temos tido vai devolver [aos professores] os milhares de milhões de euros que, sob a forma de salários, lhes foram retirados.
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É totalmente excecional que, na história contemporânea, em período tão curto de tempo, reduções nos efetivos do Estado se façam a este ritmo [como aconteceu durante o Governo da direita].
Manuel Loff (sem link)

Ao nível do discurso, Costa encenou [em 2015] uma radicalização do PS que não existe de facto.
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[O] entendimento PS-PSD poderá prolongar-se nas alterações à Lei de Bases da Saúde.
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[Costa] voltou assim a assumir um discurso do PS como partido do centro político, de onde verdadeiramente nunca saiu.
São José Almeida, Público (sem link)

Entristece-me que vivamos numa sociedade em que a exibição pormenorizada e exaustiva de actos de violência, quer nos noticiários quer nos programas de ficção, seja encarada com bonomia e transmitida em horário nobre.
Gabriel Leite Mota, Público (sem link)

Impõe-se, portanto, um virar de página que recupere a cultura crítica [na Universidade], a democracia interna e fortaleça o conceito de serviço público no ensino superior.
Elísio Estanque, Público (sem link)

Quando chegarem as presidenciais ele [Marcelo] não precisa de fazer propaganda.
Domingos Lopes, Público (sem link)

Com os três “homens sábios” no poder [Xi Jinping, Vladimir Putin e Donald Trump] as esperanças de segurança global e prosperidade mundial permanecem uma equação incógnita.
José Manuel Neto Simões, Público (sem link)

Os salários dos professores, de todos os professores, são sustentados pelos impostos dos portugueses e se não há dinheiro para pagar os custos de todo o tempo de serviço congelado a um docente de Mogadouro, como pode haver para um docente de Ponta Delgada ou do Machico?
Manuel Carvalho, Público (sem link)

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