sábado, 20 de outubro de 2018

CITAÇÕES


[Em 2012 a direita] fez com que o “aumento da esperança média de vida” fosse justificação para uma outra penalização: o aumento anual da idade da reforma, que deixou de ser fixa.
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A solução política que hoje existe é forte sempre que é capaz de responder com segurança às pessoas, para melhorar a sua vida.

[Tancos] eis uma história muito mal contada, muito esquisita, em que nada encaixa com nada, em que, em bom rigor, quem esteja atento aos detalhes não percebe nada.
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Tancos pode ser uma história muito pouco portuguesa, de filme entre a espionagem e o policial, ou demasiado portuguesa, uma soma de corrupção, negligências, amiguismo, de línguas soltas, onde tudo corre, como cá se diz, à balda.
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[Em Tancos] existe uma conspiração qualquer que pode conter elementos de crime e de corrupção, mas que no essencial é de outra natureza.
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Há muita gente, cinco é de mais para estas informações, que sabe o que se passou [em Tancos] e, como estamos em Portugal, onde nenhum segredo tem vida média, quanto mais longa, vamos acabar por saber o que se passou.
Pacheco Pereira, Público (sem link)

[Sobre Tancos] há explicações que as Forças Armadas têm a dar ao país — até porque é importante frisar que, em democracia, o interesse nacional é defendido pelo poder legislativo e executivo democraticamente eleito.
São José Almeida, Público (sem link)

Vivemos um pouco por todo o mundo um estádio adiantado de uma transição autoritária, na qual, sem que se quebre a aparência da continuidade do sistema democrático, se evolui na direção da ditadura.
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Que triunfem personagens como Trump e Bolsonaro em duas das sociedades mais violentas e mais policializadas do mundo (…), é a prova de como a violência se naturalizou nas relações sociais.
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Bolsonaro no poder será sempre violência de Estado; não que ela seja novidade, mas haverá mais, e mais legitimada.
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[No Brasil] matar ativista de esquerda é coisa bem mais fácil do que matar Kashoggi.
Manuel Loff, Público (sem link)

No Brasil, eleger Bolsonaro é sepultar o pouco que avançamos nos campos social, político e ambiental.
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Como Bolsonaro não firmou qualquer compromisso de campanha com a Nação, o eleitorado estará passando um cheque em branco para que governe do jeito que bem entender. Nada será surpresa.
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Em vez de combater o narcotráfico e a corrupção, [a Polícia Federal] vai voltar às suas origens de polícia política do regime militar, para perseguir, investigar e chantagear adversários.
Luís Humberto Carrijo, jornalista e escritor (sem link)

Em Portugal [houve] 27.000 participações de violência doméstica em 2017 e em 35% dos casos as ocorrências foram presenciadas por menores.
Paula Sequeira, Público (sem link)

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